Apesar do consumo excessivo de sal poder estar relacionado à hipertensão, se você restringir os industrializados em sua rotina não há porque ter medo de adicionar sal à comida. Mas qual é o melhor sal?


SAL REFINADO: com o refino há uma redução de vários minerais, restando apenas o cloreto de sódio, porém o problema é a adição de diversos aditivos químicos, além de antiumectantes para evitar a formação de “grumos/pedras”. Já que utilizamos sal diariamente, melhor que não contenha “bruxarias”, não é?

SAL MARINHO: É formando em sua maior parte por cloreto de sódio, mas também contém traços de outros minerais (inclusive o iodo), pois não passa por refinamento. Dependendo da origem pode variar cor, espessura e minerais.

SAL GROSSO: é sal marinho, porém as marcas convencionais adicionam antiumectantes (como o ferrocianeto de sódio). Fique de olho nos rótulos e tente achar um sem nenhum tipo de aditivo químico – aí é só colocar no moedor e utilizar no dia a dia. É assim que faço 😊

SAL ROSA DO HIMALAIA: é um tipo de sal marinho, portanto uma excelente opção, e sim possui diversos tipos de minerais, mas você não precisa fazer um grande investimento em sal, pois não é daí que virá a maior parte dos seus minerais, e sim das hortaliças, frutas, legumes, carnes, laticínios, ovos, etc.

SAL LIGHT: possui apenas 50% de cloreto de sódio – a outra parte é formada por cloreto de potássio. Pode ser recomendado para quem tem hipertensão, porém é totalmente desnecessário para quem não tem (e totalmente contraindicado para pacientes com problemas renais, por exemplo).

Há ainda outros tipos, mas para fazer a sua escolha o recado mais importante é: prefira um sal marinho (ou seja, que não passe por refinamento) e preferencialmente que não tenha nenhum tipo de aditivo (com exceção de iodato de potássio) – é só ler a lista de ingredientes do produto que você saberá essas informações. Mas se não quiser pagar mais caro, opte por comprar o sal grosso convencional (que vem com antiumectante), pois ao menos ele não é refinado

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